Agosto é o mês da vacina raiva
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Agosto é o mês da vacina raiva

Com este artigo, compreenda mais sobre a importância da vacina raiva para seus pets e garanta qualidade de vida ao mesmo.

Agosto está chegando, e com ele, as campanhas de vacinação contra-raiva se iniciam. Mas você sabe qual é a importância de dar a vacina raiva para o seu pet em dia? Continue lendo e saiba mais sobre.

A raiva canina consiste em uma zoonose com níveis de gravidade altíssimos, podendo inclusive, ser fatal. A forma mais eficiente de proteção existente é a vacinação. Dar a vacina raiva dentro do período correto é fundamental para garantir a saúde do seu pet e de toda a sua família.

O primeiro contato da doença é com o sistema nervoso periférico, ou seja, nos braços ou pernas, dependendo de onde ocorreu a mordida. A partir de então, o vírus começa a se multiplicar até atingir o cérebro, e consequentemente, o sistema nervoso central. Após este momento, o vírus se instala nas glândulas salivares dos animais contaminados, podendo ser transmitido para outros animais e, até mesmo, para o ser humano.

Os principais sintomas de um pet com raiva começam a ser percebidos após o período de incubação. São eles: irritabilidade, desorientação e agressividade, e com o avanço da doença, esses sintomas se tornam progressivamente mais graves. 

É comum que esse vírus seja associado apenas aos animais domésticos, porém, são facilmente encontrados em bichos silvestres, como morcegos e guaxinins, e eles também transmitem. Além disso, eles são a principal forma de contaminação de animais domésticos, afinal, a raiva só se manifesta em mamíferos.

Sintomas:

Os sintomas da raiva canina aparecem lenta e progressivamente, porém, são inevitavelmente fatais por afetar o sistema nervoso central, que comanda o organismo. O animal contaminado acaba perdendo o domínio da sua capacidade de resistência física e psíquica, aparentando estar abatido, irritado, agressivo e desordenado em todos os sentidos.

É comum encontrar associações da raiva canina à um cachorro babando. Ela faz sentido, visto que os nervos responsáveis pelo movimento de engolir são afetados pela doença, fazendo com que o cachorro não consiga realizar essa ação, e acaba babando mais que o comum.

Ao ter o contato com o vírus, se inicia o período de incubação. Após esse momento, o quadro evolui e passa por três estágios, sendo o último, o fatal.

1º Incubação: se inicia com a mordida ou arranhadura. Como dito anteriormente, o vírus começa a circular no sistema periférico, podendo demorar cerca de três meses para apresentar os primeiros sintomas. 

2º Pródromos: é o momento em que os sintomas mais comuns se manifestam. Dor de cabeça, mal-estar, vômitos e dores na garganta passam a ser frequentes. 

3º Encefalite: neste período, o sistema nervoso central apresenta inflamação, ocasionando dores de cabeça fortes, falha ocasional na coordenação motora, cansaço extremo, entre outras complicações.

4º Coma e óbito: após o diagnóstico da encefalite, o prazo dado para que o animal entre em coma seguido por óbito é de aproximadamente duas semanas.

Causas:

As principais formas de contaminação com a raiva acontecem pela mordida ou arranhadura, ou seja, através de um contato transcutâneo. O vírus fica na saliva do animal infectado.

Não existem muitas opções para proteger o cachorro contra a raiva, a não ser a vacina raiva, que deve ser realizada anualmente, e deixá-lo longe de animais silvestres. A primeira dose deve ser tomada com quatro meses de vida.

Como os bichos silvestres também estão sujeitos a raiva, se torna impossível erradicar o vírus, porém, é possível manter o ambiente urbano livre do mesmo.

Tratamento e prevenção:

Infelizmente, o diagnóstico da raiva canina só é dado após a morte do animalzinho. Isso só acontece pois, para diagnosticar, é preciso colher amostras do cérebro para realizar exames laboratoriais e poder afirmar a causa da morte. 

Durante a vida do pet, é possível suspeitar da possível contaminação por raiva, mas a suspeita é baseada em exames clínicos.

Existem dois tipos de raiva canina, sendo elas, a forma furiosa e a forma paralítica (ou mudada). Os cães, animais carnívoros, geralmente apresentam a forma furiosa, enquanto os animais herbívoros, como a vaca e o cavalo, apresentam a forma paralítica.

Na primeira delas, os cães apresentam comportamento extremamente raivoso, latindo mais do que o normal, além de apresentar rouquidão. Ele demonstra agressividade inclusive com as pessoas que ama e está acostumado a conviver. Essa é uma ótima maneira de suspeitar que o pet contraiu raiva canina.

A raiva muda, no entanto, é mais preocupante, afinal, o animal não vai apresentar sinais evidentes. O maior sintoma são o maxilar rijos ou paralisados na maior parte do tempo.

A cura para a raiva canina ainda não existe, sendo o único modo de prevenção, a vacina raiva.

A prevenção está na vacina raiva

Como já citamos anteriormente, a melhor forma para prevenir a raiva canina é a vacina raiva. Quatro meses após ao nascimento do cão, ele já pode participar de campanhas de vacinação anti-rábica, imunizando-o contra a mesma. A doença é letal, e a vacinação representa uma ação de amor e cuidado em relação ao pet e a todos que convivem ao seu redor.

Para ampliar a proteção, além da vacina raiva, é fundamental manter os bichinhos longe de animais silvestres. Caso morar próximo a locais com muita mata, mantenha o pet vigiado, não permitindo que ele se aproxime dos bichos que vivem soltos. 

Se você está passando por um momento de preocupação com seu pet, indicamos que o leve no pet shop mais próximo, assim, os especialistas poderão analisar o comportamento do bichinho e traçar um diagnóstico. Não é legal sofrer por antecedência, ou até tomar atitudes que não eram necessárias por um diagnóstico não profissional. Lembre-se anualmente de vacinar o pet nas campanhas anti-rábica, essa é a melhor solução para garantir a qualidade de vida de todos.

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