Vacina para gato: todas as vacinas que o seu gatinho precisa

Vacina para gato: todas as vacinas que o seu gatinho precisa

Com este artigo, entenda tudo sobre vacina para gato e saiba como garantir que a saúde do seu amiguinho esteja em dia.

Quem é dono de pet sabe que é fundamental manter o caderninho de vacinações em dia, ainda mais se o seu bichinho passa muito tempo com outros animais ou em lugares mais propensos a contaminação, como fazendas, petshops, entre outros. Neste artigo você irá entender tudo sobre vacina para gato, quais as vacinas primordiais e os cuidados necessários com seu amigo de quatro patas.

Antes de tomar as vacinas necessárias, o gato precisa ser vermifugado. Ou seja, ele precisa ter tomado as precauções contra vermes, estar saudável e longe de doenças e complicações. A partir daí os gatinhos podem ser vacinados com acompanhamento do médico veterinário. Vale ressaltar que para vacinar filhotes, a primeira dose só pode ser aplicada quando o animal tiver entre 45 e 60 dias de vida. Assim, as chances dos anticorpos serem transmitidos da mãe para o filhote no período de gestação são bem menores.

– Tipos de Vacina para gato

Existem três tipos de vacina polivalentes, ou seja, vacinas que agem para mais de um agente causador: a V3, V4 e a V5. Cada uma destas vacinas pode ser aplicada após o período ideal de nascimento do gato. A V3 protege os felinos contra Panleucopenia, Rinotraqueíte e Calicivirose. A V4 contra Clamidiose e a V5 soma a imunização contra Leucemia Felina. Vale ressaltar a importância da vacina Antirrábica, que previne a Raiva.

·         Panleucopenia: A Panleucopenia é transmitida através do contato com animais doentes ou objetos contaminados, podendo ocasionar diarreias, vômitos, inapetência, prostração, febre e sintomas relacionados. Pode também prejudicar a coordenação motora dos filhotes.

·         Rinotraqueíte: Já a Rinotraqueíte é um pouco mais perigosa, pois pode levar os gatinhos a óbito. Altamente contagiosa, é provocada pelo herpesvírus, também transmitida por contato direto. Espirros, secreções nasais, rinite, salivação excessiva, conjuntivite, febre e falta de apetite são alguns dos sintomas desta doença fatal.

·         Calicivirose: Além de possuir os mesmos sintomas da Rinotraqueíte viral, causa úlceras na cavidade oral do gatinho. O vírus da Calicivirose, o Calcivirus, pode permanecer em objetos por até uma semana, e não possui cura.

·         Clamidiose: Provocada pela bactéria Chlamydophila felis, a Clamidiose afeta a conjuntiva dos animais, atingindo consequentemente o sistema respiratório. Entre os sintomas estão a conjuntivite, corrimento nasal e ocular persistente, espirros, dificuldade em respirar, pneumonia, entre outros.

·         Raiva: A raiva é uma das doenças mais graves que não possui cura, sendo a vacinação a forma mais eficaz de combatê-la. O comportamento dos animais é extremamente prejudicado, fotofobia (aversão a luz), agressividade, hidrofobia (aversão a água) e falta de apetite são alguns dos sintomas mais notáveis. 

·         Leucemia Felina (FeLV): O vírus da Leucemia Felina, o Feline Leukemia Virus, é um dos agentes mais perigosos e que deve ser evitado primordialmente, pois o mesmo compromete as defesas imunológicas dos animais, tornando-os vulneráveis para que qualquer tipo de doença infecciosa, viral e outros problemas se implementem. A infecção se dá pelo contato com secreções de animais contaminados (fezes, urina, saliva). Gatas grávidas podem transmitir para seus filhotes através da gestação. Entre os sintomas estão: perda de peso, secreção nasal e ocular em excesso, imunodeficiência e tumores em células linfáticas.

– Protocolo de vacina para gato

Os reforços são tão importantes quanto a primeira dose das vacinas, e devem ser aplicados seguindo um calendário específico para cada vacina aplicada. Gatos adultos que nunca foram vacinados ou filhotes que perderam o período de vacinação devem receber 2 doses de vacinas múltiplas, com intervalo de 21 dias entre elas e 1 dose da vacina antirrábica para gato. O mesmo vale para gatos de rua ou de procedência desconhecida, que não possuem seu histórico de vacinação monitorado. Filhotes que tenham nascido em até 45 dias não devem ser vacinados, exceto que a mãe não tenha tomado as vacinas, a fim de evitar anticorpos transmitidos durante a gestação.

– Possíveis reações

As reações são uma possibilidade baixa, porém que podem existir. Coceiras pelo corpo, dificuldades respiratórias, vômitos e vermelhidão são alguns sintomas passageiros que podem afetar seu gatinho. Consulte o veterinário antes e depois do período de vacinação para lidar com esses problemas e manter a saúde do seu animal em dia.

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